Títulos de Nobreza

De tanto ler em livros, ver em filmes, etc., resolvi conhecer um pouco melhor os tais títulos de nobreza, pra conhecer a hierarquia entre eles. Quem é quem? Seria um CONDE superior a um DUQUE? REI e IMPERADOR, quem manda mais?

Vamos ver o que eu descobri na Wekipédia….

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Imperador (do Latim imperatore, literalmente, “alguém que se prepara contra”) é a designação dada aos soberanos de algumas nações. Aquele que rege um império. O feminino de imperador é imperatriz.. Imperadores são geralmente vistos como superiores aos reis em honraria. Seu posto pode ser obtido por hereditariedade, ou por força, como num golpe de estado. Além disso, pode ser um posto conferido por eleição de outros soberanos, como no caso do Sacro Império Romano Germânico. No caso de haver uma imperatriz regente, seu marido não recebe título de imperador, sendo chamado simplesmente de consorte.

Em alemão, este título tem correspondência com Kaiser; em idiomas eslavos, os termos usados são tsar ou czar. Ambos derivam do título romano César.

Geralmente, o termo Império designa um estado composto por diferentes nações e nacionalidades, além de um estado nacional comum.

Na atualidade o único país que possui um imperador como chefe de estado é o Japão.

Rei  (no feminino: rainha) é um chefe de Estado , que pode ou não, dependendo do estilo de governo de uma nação ou país, ser um monarca reinante, deter o exercício de poderes monárquicos sobre um território designado de reino, sob uma política conhecida por monarquia. Um rei é usualmente o segundo maior título soberano, a seguir ao de imperador, cuja governação normalmente abrangia territórios de maior extensão, um império, por englobar mais que um reino .

O equivalente feminino do rei é a rainha, embora o termo “rainha” possa referir-se também a uma monarca no seu próprio direito, a uma rainha reinante, ou à esposa de um rei, uma rainha consorte. O marido de uma rainha reinante é, por vezes, apelidado de rei consorte, mas é mais comumente denominado de príncipe consorte. A sua família é designada por família real.

Um rei ou rainha pode ostentar uma coroa, um manto real, ou outros símbolos que representem o seu poder régio tais como um cetro ou então um documento que oficialize e que sustente ou defina a sua autoridade como a Magna Carta de 1215 que determinava os poderes que o rei João de Inglaterra poderia ou não deter.

Historicamente, o posição do “rei” deriva dos primeiros líderes tribais ou principais de diferentes povos tais como o (em sumério lugal, em semitico o sharrum, em latim rex, em grego o basileus, em sânscrito o rajá, em alemão o kuningaz) poderia ser também o tirano de uma cidade-Estado. Muitas vezes, o rei não tinha só uma função política mas, ao mesmo tempo, uma religiosa, atuando como sumo sacerdote ou divino rei.

Príncipe (feminino: princesa) é a denominação dada ao chefe de estado de um principado (Príncipe reinante) ou a um membro de uma família reinante. Atualmente existem três principados independentes: Andorra, Mônaco e  Liechtenstein.

Na maioria das Monarquias o título de Príncipe é dado a todos os filhos de um Chefe de Estado. Nessas Monarquias o Herdeiro do Trono tem, normalmente, um título adicional para o distinguir dos outros Príncipes (Ex.: Príncipe Real, Príncipe Imperial, Príncipe da Coroa, Príncipe Herdeiro, etc.). Em algumas Monarquias o título Príncipe é inclusivamente concedido a nobres não pertencentes diretamente à Família Real. Nas Monarquias ibéricas, contudo, o título de Príncipe só é dado aos Herdeiros do trono, recebendo os restantes filhos do Monarca o título de Infante.

O termo foi usado pela primeira vez pelo imperador Otávio Augusto no ano de 27 a.C. e vem do Latim “principis”, “princeps”, que significa ‘‘o primeiro cidadão do estado’’, e era atribuído anteriormente ao chefe do senado romano como princeps senatus.

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Coroa de um Príncipe

Recebem o título de Infante todos os filhos legítimos do rei ou rainha de Portugal ou Espanha que não são herdeiros da coroa. Sendo que, o herdeiro da coroa é o único que recebe o título de Príncipe, sendo na Espanha, Príncipe das Astúrias, e em Portugal, Príncipe Real de Portugal.

Também os filhos do herdeiro da coroa espanhola (Príncipe das Astúrias) recebem o título de Infante, incluindo o herdeiro presuntivo. Os filhos do herdeiro da coroa portuguesa (Príncipe Real de Portugal) recebem o título de Infante, salvo o herdeiro presuntivo que recebe o título de Príncipe da Beira. O feminino de Infante é Infanta. Em Espanha os Infantes recebem o tratamento de Alteza Real (S.A.R.) enquanto em Portugal somente o de Alteza (S.A.).

Um Infante português e os seus filhos (mas não os de uma Infanta) têm associado o tratamento de senhor e de Dom, se não forem eles mesmos criados Infantes por especial mercê do soberano português, e.g.: S. Excª o senhor D. João da Bemposta, filho de S.A. o infante D. Francisco de Bragança, Duque de Beja (1691-1742) e neto legítimo do Rei D. Pedro II. O substantivo infante, com inicial minúscula imediatamente antes do nome próprio, é indicativo somente de cavaleiro de infantaria, ou seja, de oficial de guerra.

No Brasil, tal título, apesar de continuar em uso após sua independência, foi gradualmente sendo substituído pelo de príncipe do Brasil, para indicar os filhos legítimos e não-herdeiros da Coroa Imperial, e o(a) filho(a) legítimo(a) e Herdeiro(a) da Coroa Imperial era o(a) único(a) que podia ostentar o título de Príncipe Imperial do Brasil.

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Cora de Infante

Grão-duque (no feminino grã-duquesa) é um título de nobreza, usado sobretudo na Europa Central e Oriental, para designar certos soberanos de estados independentes ou semi-independentes de pequena dimensão (grão-ducados). Na hierarquia da nobreza, os grão-duques são considerados inferiores aos reis, mas superiores aos príncipes ou aos duques soberanos.

Na Rússia, desde quando Ivan, o Terrível foi coroado tsar, em 1547, o título passou a ser dado aos filhos e netos da linhagem masculina dos tsares. As filhas e netas paternas dos imperadores russos, assim como as consortes dos grão-duques russos, eram geralmente chamadas “grã-duquesas”.  Atualmente existe na Europa um único grão-ducado independente, Luxemburgo, cujo grão-duque é Henrique de Luxemburgo.

Arquiduque (em polonês: Arcyksiążę; em alemão: Erzherzog e no feminino: arquiduquesa) era o título nobiliárquico dos filhos da Família Imperial da Áustria e imperante no Sacro Império Romano Germânico (962-1806), os von Habsburg. É imediatamente superior ao de duque e inferior ao de infante.

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Coroa do Arquiduque da Áustria

Duque é um título que se refere ao chefe de Estado de um ducado. Pode ser também um título nobiliárquico integrado ou não numa casa real. É um título hereditário, mas pode ser também atribuído a uma pessoa, neste caso normalmente a um filho do monarca reinante ou a uma pessoa cujos serviços o monarca queira recompensar. A origem da palavra “duque” vem do grego biz, douka, e do latim duce, que significa chefe. Para outros, a origem da palavra está no substantivo latino dux, que significa “o que conduz”, usado no Império Romano como comandante militar. A mulher de um duque ou a chefe de um ducado chama-se “duquesa”. Os duques recebiam dos reis o tratamento de primos, com todas as dignidades e honrarias inerentes.

Na Idade Média, o título foi primeiro instituído entre os monarcas germânicos, a designar os regentes de províncias logo acima dos condes, figurando no mais alto lugar da hierarquia nobiliárquica. Havia, no entanto, variações em seu significado entre os diversos feudos e reinos, sendo mesmo usado por príncipes. Esse hábito foi perpetrado por algumas monarquias, que ainda hoje intitulam seus príncipes mais importantes – especialmente o herdeiro aparente – com algum título de duque, como nos pariatos britânico, belga, dinamarquês, espanhol, holandês e sueco.

Na Era Moderna, tornou-se um título nominal sem relação direta alguma com um principado nem ducado. Mantém-se, todavia, como o mais alto título nobiliárquico das principais monarquias ocidentais imediatamente superior ao de marquês e inferior ao de Infante.

Existem os duques reais, que são membros da família real, geralmente Príncipes e que possuem o tratamento de “Sua Alteza Real”, como por exemplo o Duque de Iorque e o Duque de Cambridge, que são respectivamente filho e neto da rainha da Inglaterra. Contudo há também os duques não reais, apenas nobres, membros da aristocracia. Dois bons exemplos são o Duque de Abercorn, e também o Duque de Devonshire. Estes duques não são parte da realeza, mas sim do nível mais alto da nobreza e geralmente têm o tratamento de Sua Graça. A falecida Diana, Princesa de Gales era bisneta do terceiro Duque de Abercorn e prima distante do atual Duque de Devonshire, que é descendente da tia de Diana, que era Georgiana Cavendish, Duquesa de Devonshire, através da linhagem comum delas através do Conde Spencer.

nobreza05Coroa de Duque

Marquês (no feminino: marquesa) é um título nobiliárquico da nobreza europeia, que foi depois utilizado também em outras monarquias originárias do mundo ocidental, como o Império do Brasil. O título, de origem germânica (Markgraf), possui variantes em diversas culturas da Europa. Do termo em alemão: Markgraf literalmente o “defensor da marca” (província), denominação dada, desde o Império Carolíngio, aos responsáveis pela defesa das regiões fronteiriças e, por isso mesmo, mais sujeitas a ataques, originou-se a versão margrave.

marca ou marquesado é o nome dado ao cargo, dignidade ou domínio de marquês ou marquesa, como o Marquesado de Saluzzo.

nobreza06Coroa de Marquês

Conde, do latim comes, comitis, que significa «companheiro», (feminino: condessa) é um título nobiliárquico existente em muitas monarquias, sendo imediatamente superior a visconde e inferior a marquês.  Inicialmente, na Idade Média, era o senhor conde feudal, dono de um ou mais castelos e de terras denominadas condado, mas posteriormente, a partir do século XIV, o título nobiliárquico foi utilizado apenas como grau de nobreza.

nobreza07Coroa de Conde

Visconde é um título nobiliárquico de categoria superior à de barão e inferior à de conde.

Em Espanha, de Filipe IV até 1846, existiu a instituição do viscondado prévio, condição de entrada definitiva da nobreza.

Em Portugal, o primeiro visconde foi D. Leonel de Lima, feito visconde de Vila Nova de Cerveira durante do reinado de D. Afonso V. No reinado de D. Maria I é criado, entre outros, o visconde de Balsemão. O apogeu de criação de viscondados situa-se na época liberal, especialmente a partir dos meados do século XIX. De 1848 a 1880 foram concedidos pelo menos 86 novos títulos; contudo a maioria destes títulos foram concedidos em vida e não foram renovados.

Na Inglaterra, um visconde muito famoso é o Visconde Althorp, de Great Brington em Northamptonshire. Este visconde é sempre o filho mais velho e herdeiro do Conde Spencer. O atual Visconde Althorp é o honorável Louis Frederick John Spencer, sobrinho da falecida Diana, Princesa de Gales e primo de Sua Alteza Real o príncipe Guilherme, Duque de Cambridge e de Sua Alteza Real o príncipe Henrique de Gales.

nobreza08Coroa de Visconde

Barão (feminino: baronesa) é um título nobiliárquico existente em muitas monarquias, sendo imediatamente inferior a visconde e superior a baronete. Os barões pertencem a nobreza do estado, e portando, fazem parte da elite, tendo propriedades rurais, ocupando cargos políticos e por vezes descendem da nobreza antiga, tendo às vezes uma formação cultural elevada.

baronia era a terra que conferia ao possuidor o título de barão, mas também, na época feudal qualquer grande feudo.

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O Coronel de um Barão

Sir (“Senhor”, em inglês) é o título nobiliárquico britânico superior a baronete, inferior a barão, e significa aquele que tem domínio sobre algo ou alguém.

Historicamente, o título de senhor indicava a superioridade de alguém em relação aos escravos dos quais era amo ou aos vassalos aos quais dominava em troca de protecção. Foi também utilizado como forma de agraciar algumas personalidades da nobreza e da realeza.  Nos tempos medievais, este era o título era associado a cavaleiros servindo à nobreza.

sir é integrante dos Knight Commander of the Most Excellent Order of the British Empire (“Cavaleiros Comandantes da Mui Excelente Ordem do Império Britânico”) ou Cavaleiro Celibatário. Seu equivalente feminino é dame (dama).  A pronúncia no AFI do título é: /sə/ (forma fraca). A forma forte /sɛ:/ só se usa ao falar coloquialmente com qualquer homem. Por exemplo: Yes, sir? (“Sim, senhor?”).

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O Coronel de um Sir

Baronete (Baronet) é o mais baixo título de nobreza hereditário britânico. É inferior ao de Barão (Baron) e superior ao de Cavaleiro (Knight). Usa-se comumente o prefixo Sir seguido do primeiro nome, para homens e Lady seguido do último nome, para mulheres. E.g. Sir William Antrobus e Lady Antrobus.

nobreza11Insígnia de Baronete

Um Cavaleiro pode ter vários significados quase sempre associado ás características nobres do cavalo e ao fato de o montar. Nesse sentido é igualmente uma pessoa a quem é concedido um título honorário por um monarca, ou outro líder político, por relevantes serviços ao país e que se opunha ao simples peão.

nobreza12Cavaleiros

Um Escudeiro (do francês “écurie” (estábulo)) é um título nobiliárquico. Historicamente, tratava-se de um assessor sênior que tinha como responsabilidade cuidar dos cavalos de um nobre. No seu uso contemporâneo faz menção a um assessor pessoal de um soberano ou membro da família real. É um termo análogo a ajudante de ordens, mas este prevalece atualmente apenas no Commonwealth das Nações. É o último cargo, em ordem decrescente de importância, na base da nobreza. No entanto, é um título de bastante honra, sendo seu titular possuidor de seu próprio escudo de armas.

O escudeiro é um cavaleiro em treinamento, e recebia-se esse título geralmente aos 14 anos, depois de servir desde os 7 como pajem. Os escudeiros eram delegados a um cavaleiro que prosseguia com a educação do jovem. Além de treinamento marcial, os escudeiros se exercitavam em jogos, aprendiam pelo menos a ler, se não a escrever, e estudavam música, dança e canto. O escudeiro era o companheiro e servente do cavaleiro. Os deveres do escudeiro incluíam o polimento das armaduras e armas (propensas à ferrugem), ajudar seu cavaleiro a se vestir e despir, tomar conta de seus pertences e até dormir no vão ocupado pela porta como um guarda.

Nos torneios e batalhas, o escudeiro ajudava seu cavaleiro quando preciso. Ele levava armas substitutas e cavalos, tratava das feridas, afastava os cavaleiros feridos do perigo, ou garantia um enterro decente, se necessário. Em muitos casos, o escudeiro ia à batalha com seu cavaleiro e lutava ao seu lado. Um cavaleiro evitava lutar contra um escudeiro; se possível, procurava ter como adversário um cavaleiro de posição similar ou mais alta que a sua. Os escudeiros, por sua vez, procuravam atacar cavaleiros inimigos, a fim de ganhar glória matando ou capturando um nobre de título maior que o seu.

Com 21 anos, o escudeiro se tornava elegível para se tornar um cavaleiro. Os candidatos mais adequados eram proclamados cavaleiros por um lorde ou outro cavaleiro de grande reputação. A cerimônia de se tornar um cavaleiro inicialmente era simples: geralmente recebia-se o título no ombro com uma espada e depois afivelava-se um talim. A cerimônia acabou se tornando mais elaborada e a Igreja ampliou o rito. Os candidatos tomavam banho, cortavam o cabelo curto e ficavam acordados a noite inteira numa vigília de reza. De manhã, o candidato recebia, de um cavaleiro, a espada e a espora.

A cavalaria habitualmente só era atingível para aqueles que possuíam terras ou renda suficientes para cobrir as responsabilidades da classe. Entretanto, lordes e bispos importantes podiam manter um considerável contingente de cavaleiros e muitos conseguiam emprego nessas circunstâncias. Escudeiros que lutassem particularmente bem poderiam ganhar o reconhecimento de um grande lorde durante a batalha e ser proclamados cavaleiros no campo de batalha.

Na ficção, um escudeiro famoso é Sancho Pança, que servia Dom Quixote na obra-prima homônima do escritor espanhol Miguel de Cervantes.

E olha o que eu achei no

 Heraldrys Institite of Rome……….

Origem do sobrenome:

Lorenzi, país de origem: Italia

Nobreza: Nobili – Signori – Patrizi – Cavalieri

Lorenzi

Famiglia originaria della Provenza, discendente da uno Scipione de Laurens, nobile di Draguignan, vissuto nella seconda metà del XV secolo. Molti dei suoi membri ricoprirono incarichi di prestigio al servizio dei re di Francia: si ricorda Pietro di Pietro, signore di Peyrolles che, vissuto nella prima metà del XVII secolo, fu consigliere del re, poi avvocato generale del parlamento di Dix. Un fratello di Pietro, Jacopo, si trasferì a Livorno.

Mas podem continuar me chamando apenas de Lito……:-)

 

 

 

 

 

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